Intermináveis.
De todas as tarefas programadas, não realizei nenhuma. Das não programadas, todas.
Apenas um excerto que há dias o Afonso me enviou dos seus Cadernos.
O mar ao fundo é triste mas imenso. Ao perto, finito. A rocha é negra. Este porto é inseguro. Estou aqui.
Notei a secura.
E sentei-me a pensar nisto até hoje. Agora tenho de ir fazer o almoço.
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